Bullying e Cyberbullying

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Bullying e Cyberbullying

Dados preocupantes revelados pela UNESCO, indicam que uma em cada três crianças é vítima de bullying.

Em primeiro lugar é preciso reforçar que o bullying não é normal, não faz parte de “ser criança” ou “crescer”, não torna as crianças “mais fortes”. Antes de falar com os filhos/educandos sobre bullying é importante que os Pais/Educadores conheçam esta realidade.

O que é o Bullying?

O bullying corresponde a um comportamento intencionalmente agressivo, violento e humilhante, que envolve um desequilíbrio de poder: as crianças que fazem bullying usam o seu poder (a sua força física ou o acesso a alguma informação constrangedora, por exemplo) para controlar e prejudicar outras crianças. É um comportamento repetido ao longo do tempo, que acontece mais do que uma vez.

O bullying inclui comportamentos como ameaçar, espalhar boatos, atacar alguém fisicamente (bater, arranhar, cuspir, roubar ou partir objectos) ou verbalmente (chamar nomes, provocar, dizer às outras crianças para não serem amigas de uma delas, gozar) ou excluir alguém do grupo propositadamente.

O bullying pode acontecer durante ou depois das horas escolares, dentro da escola mas também fora (nos espaços circundantes, nos meios de transporte) e na internet (por exemplo, no Facebook ou noutras redes sociais). Quer os rapazes quer as raparigas podem fazer bullying. As vítimas de bullying também podem ser raparigas ou rapazes.

Quais os sinais de alerta?

Muitos são os sinais de alerta a nível escolar, social e físico como a seguir se discriminam alguns:

  • Mudança na assiduidade e/ou pontualidade
  • Perda de interesse nas atividades escolares.
  • Sucesso académico súbito
  • Problemas de concentração e atenção.
  • São os últimos a irem para intervalo e os primeiros a regressarem.
  • Solitária ou frequentemente isolada.
  • Frequentemente alvo de troça, gozo, sem tentativa de defesa.
  • Frequentemente “doente”.

O que podemos fazer?

  • Ouvir o colega e oferecer ajuda;
  • Denunciar a situação aos Pais, Educadores, Psicólogos, Diretor de Turma e Direção Pedagógica.

Mas podemos fazer muito mais sem nunca esquecer que responder ao bullying com mais comportamentos agressivos, não resolve o problema - as respostas agressivas tendem a levar a mais violência e mais bullying contra as vítimas. Por mais difícil que seja para a criança e adolescente é importante falar sobre o bullying.

Lembrem-se que uma conversa só não chega.

É preciso falar várias vezes sobre o tema!

Fonte: http://escolasaudavelmente.pt/pais/comunicar-com-os-filhos/falar-sobre-o-bullying 

O que podemos consultar:

https://www.dge.mec.pt/search/site/bullying (Plano de Prevenção e Combate ao Bullying e ao Ciberbullying)

http://www.sembullyingsemviolencia.edu.gov.pt(“escola sem bullying. escola sem violência” – prevenção e combate ao bullying, ciberbullying e a outras formas de violência)

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